segunda-feira, 18 de maio de 2020

O que de fato é ser um Sequelado do Rock?




Simples!

É ficar acordado a madrugada inteira e achar que mais de 90% das pessoas parecem que estão mortas porque dormiram e porque nesse período das 24h as pessoas não funcionam para nada e nesse instante você constata que Einstein estava certo ao afirmar que dormir é perda de Tempo.

Vou além e digo que é na madrugada que comungo com Sophia irradiando no sereno Sua Aura inebriante e materna da Lua húmida que derrama sobre seus Eleitos os Kalas, As Flores de Nyx que promovem o Silêncio dos Tolos que a desconhecem.

Okay!

É necessário repor as energias porque as pessoas trabalham.

Errado!

Pelo menos pra mim o Rock and Roll não sabe o que é trabalho porque o Rock and Roll só trabalha para os Verdadeiros Rocker n Rollers.

Sabe o que é ser cancelado socialmente por pessoas canceladas espiritualmente? 

Tolos crentes em manadas cegas dia após dia seguem firmes rumo ao abate com suas carcaças de carne.

Perdão!

Não estou fazendo questão de ser Bom no momento.

Entendo o mecanismo do mundo mas ser um Sequelado do Rock consiste em quebrar regras e pagar o Preço de ser incompreendido por todos que acham sempre que sabem muito mais acerca de tudo.

Um Rocker não é análogo com a moral e a ética vigentes.Um Sequelado Rocker n Roller Truezão gosta do que é proibido.Gosta do Lado Noturno do Éden.

Estou acordado direto me alimentando dos melhores vídeos de Rock n Roll e Hard Rock e Heavy Metal e esse é meu combustível que mantem minha Chama acesa junto com o café e o cigarro.

Certo estava William Blake quando escreveu:A estrada do excesso conduz ao Palácio da Sabedoria.Também acertou quando disse:

A Prudência é um donzela rica e feia cortejada pela impotência.Por essas e outras vivo cada segundo do relógio como se fosse meu último dia nesse corpo cansado e mal tratado e bem usado.

Então fica assim!

Olho Aberto nas postagens Louco que volto daqui a pouco.

domingo, 17 de maio de 2020

O Símbolo do Rock

Sim!

O Mundo é dividido em quem sabe que existe Real Poder numa Guitarra empunhada como uma Espada Mágica de Sons e em quem não sente nenhuma atração pela Guitarra.

Isso porque o instrumento que tem como Maior Herói Jimi Hendrix é o Simbolo por Excelência do Rock n Roll.

Claro que uma Guitarra sozinha não faz verão, e numa Banda de Rock existe o Poder também de um Vocalista/Frontman que é acompanhado pela cozinha rítmica de Baixo e Bateria e dependendo do estilo temos os Keyboards.

Certa vez, assisti um programa com depoimentos dos maiores guitarristas falando sobre seus segredos que fizeram deles os Guitar Heroes que são e o Jimmy Page já chutou o balde geral dizendo  que ele tocava por combustão ajudado por Espíritos e sabemos que Jimmy Page logo no início do Led Zeppelin, Jimmy tinha a maior loja de sebo de Ocultismo em Londres.

Depois Page participou da Golden Dawn e era um Crowleyano confesso tanto que a Boleskine pertence a Jimmy Page. 

A verdade é que o Rock n Roll popularizou a Lenda de que Robert Johnson teria vendido sua alma para o diabo para se torna o maior Bluesman de todos os tempos.

E na agulha está o disco solo de Jimmy Page que se chama Walking into the Clarksdale que é a Encruzilhada onde R.Johnson fez o Pacto com o diabo.


Existe o filme que conta essa história chamado A Encruzilhada com Ralph Maccio duelando com ninguém menos que Steve Vai.

Por sua vez no Programa dos Guitar Heroes da MTV Steve Vai descreve que o Poder da Guitarra consiste na gama impressionante de timbres que nenhum outro instrumento abarca.




A bem da verdade e sendo original depois de um texto bem costurado como esse vou dar minha singela opinião:A Guitarra foi inventada por Lúcifer!!!LoL


Então fica assim!Olho Aberto nas postagens e segura a bronca louco que volto daqui a pouco!Fogo no Parquinho da Babilônia!



Repeteco sobre a Cena Rock de São Vicente






Talvez um ponto polêmico é se de fato existiu ou existirá uma Cena Rock em São Vicente.

E a resposta para quem compara com a Cena de São Paulo e como foi a de Brasilia e no Sul é não! Nunca existiu e nunca existirá.


Não só porque São Vicente é uma cidade pobre, onde quem é Rockeiro Raíz é igualmente pobre e essa pobreza toda se estende aos mais diversos segmentos culturais que vão passando de geração em geração a postura negativa e opositora ao Rock.

Então, quando mencionei Cena Rock de São Vicente nos anos 80 e 90 falei de tribos e gangues de headbanguers que viviam o auge do que foram os anos 70 desfrutando o auge da The New Wave of The Britsh Heavy Metal.

E eles estavam em todos os lugares como na orla das praias, metendo o louco. assustando transeuntes que passavam.

Era como no videoclipe do Kiss da música I Love it Loud do disco Creatures of The Night e São Vicente apesar de ser uma cidade praiana e solar é o berço de muitas Criaturas da Noite e como  morei em outras cidades e viajei para muitos lugares tenho parâmetros para fazer esse juizo de valor acertado e preciso fruto do empirismo.

Vou citar algumas figuras da pesada de São Vicente:O Mestre Olímpio pai de todos e Chico Moreno.

Gerson Fajardo que tinha nos anos 80 a maravilhosa Banda Renascença com Alê Aleluia nos vocais Roger Isla no Baixo e Marcelo Sapo na Bateria que era o Mentor Hippie de todos e foi morar há 30 anos em São Tomé das Letras.

E tínhamos o pessoal do Santuário que se vestia com o Manowar e fazia Shows inesquecíveis com Micka na guitarra e Julio no vocal e o Rato no baixo.

Na divisa de São Vicente e Santos morava uma pessoa que era uma singularidade.

Nome?

Tarso.





Bem, resumindo a primeira banda que conheci com o Tarso nos vocais foi o Pactos's Fire ao lado do Zé do Kiss que tinha uma bateria de baldes e panelas e o bagulho era tão louco que o Zé fez um festival com três bandas de Rock na sala da casa dele e convidou São Vicente e Santos inteiras.

Depois o Tarso montou O Carnal Desire e ele tocou o puteiro seguindo um estilo pouco conhecido curiosamente que é o Sex Core.

Porém, Tarso que chegou a ir duas vezes no Jô Soares tinha diabetes e veio a falecer.

Em Santos aconteceu uma Cena Rock, mas esse é outro capítulo.

Eis um pouco dos lendários personagens da Cena Rock de São Vicente que existiu independente de haver espaços para uma banda se apresentar porque está junto de cada pessoa que acredita na Sociedade Alternativa e é Maluco Beleza.



São Vicente/SP- Brasil

Seguramente, vou extrapolar:  a Poderosa Cena Rock  de São Vicente que existia na década de 80 foi demais... 

Aqui extrapolei porque a Cena Rock a que me refiro, eram algumas bandas de garagem ensaiando, com exceção do Lendária Banda chamada "Santuário" que gravou no antológico SP Metal 2 do selo Baratos Afins...

Logo. A Cena Rock, éramos nós do Rock/Metal que nos sentíamos como emfeitiçados com videoclipe de "I Love it Loud" do KISS e se deve também a cidade ser a mais velha do Brasil, onde existem Portais Mágicos Invisíveis e onde há no folclore da cidade histórias de monstros marinhos que os índios nativos dantes o descobrimento do Brasil afirmavam existir e que podem ser encontrados em esculturas como na Praça da Biquinha e em frente do Clube Ilha Porchat na forma de serpentes que parecem dragões.


Há aqueles que acreditam também que em São Vicente existem lobsomens, Vampiros e Boitatas.

Santos  já tem outra pegada e outra proposta.

A cidade é mais rica e bem cuidada e eu que conheci outros países não quero viver em outro lugar e as duas cidades São Vuca e Santos são coladas então logo existe uma simbiose entre ela o que favoreceu sempre por serem cidades litorãneas o surgimento de esportes como o Surf e o Skate além do pessoal que curte asa delta, enfim todos os esportes que víamos nas propagandas do cigarro Hollywood que foram eternizadas por mostrarem os esportes radicais que na época era coisa de maconheiro o que não é uma mentira.lol

Então, nesse caldeirão era comum em São Vicente à noite, o pessoal se reunir num bar e levar um violão tomar muita cerveja que já foi um produto bem barato e naquela época quando parávamos num bar pedíamos um engradado de cerveja em garrafa e a loucura rolava geral até porque naquela época não havia problema algum em se levar um violão para o bar que fosse e cantar, beber e fumar.

Bem diferente de hoje que existe o Big Brother, não se pode acender um cigarro e violão nem pensar.

Sim!

Éramos muito mais felizes e livres que nos dias de hoje onde todo mundo te olha paranoicamente como  se você fosse um criminoso em potencial.

Não havia o chamado "Controle"  e saíamos à noite também para irmos às praias e tocar violão e sempre rolava um baseado e isso tudo favorecia e fortalecia a aura onírica dessas cidades que durou até o surgimento do Guns n Roses com Welcome to the Jungle que era uma proposta diferente do Motley Crue de quem sou fã até hoje como do Twisted Sister e do Glam Metal.




Mas o pior estava por vir e era o Grunge e depois de Nirvana as cores e o colorido deram lugar a uma aura acinzentada.

Costumava dizer que nos anos 80 até os 90 todos de São Vicente faziam um som no violão e Santos era um celeiro de Bandas de Heavy Metal.Vale lembrar que Santos tem dois patrimônios tombados locais no mínimo que é o Vulcano como Banda pioneira do Black Metal Nacional e o Charlie Brown Jr.

Porém, infelizmente não apenas sentimos as perdas de Chorão e Champ mas de dois Brothers Monstrões como o Hércules e O Tarso Wiedark esse que conheci como irmão de suor dos tatames do Judô do Santos Futebol Clube onde meu pai foi diretor.

Espero ainda escrever uma homenagem justa para os que se foram e só peço um tempinho pois são capitulos muito tristes do Rock da Baixada Santista.

Então Fica Assim Rapaziada 013!

Olho Aberto nas Postagens e segura a bronca que é fogo no parquinho da Babilônia.

sábado, 16 de maio de 2020

Quem é Ritchie Blackmore?



Hoje sei que Blackmore está um andar acima de Jimmy Page e digo isso devido a duas composições de Blackmore instrumentais:Son of Alerik do Purple e Weiss Heim do Rainbow e acredito que essas duas canções devem levar a mente de Jimmy Page a consciência de que algo superior acontece nelas.

Mas o Blackmore é um velho amigo meu, afinal ele trabalhava como assistente de gravações de fitas cacetes na loja que ficava no quarto do Zé do Kiss e essa loja era um lugar que você podia ir mesmo que sem dinheiro pra ouvir um som raro.

E foi na loja do Kiss que vi a maior narrativa de um filme.Blackmore perguntou se eu tinha assistido o The Song Remains The Same do Zeppelin e eu disse que não.

Dai o Blackmore que é campeão brasileiro de air guitar e sempre foi um show a parte com suas coreografias épicas nos Bailes de Gala Metal fazendo mímica imitou todos os integrantes do Zeppelin no filme de forma holária.Semanas depois um contrabaixista que estudava comigo o Cabeleira me convidou para assistir o The Song Remains The Same caso eu assistisse antes o Hélio Delmiro que é um guitarrista genial que tocou com o Milton Nascimento.

Claro que foi um sonho realizado assistir o filme do Led.Já o Deep Purple eu tinha o In Rock, o Made in Japan mas o disco que curti até furar o vinil foi o Perfect Strangers.

Tudo isso porque se você for entrar no mérito dos grandes Guitar Heroes do Hard e Heavy Metal você não tem como ignorar nem o Ritchie Blackmore nem o Tony Iommi.




Então fica assim!Segura a bronca aí louco que volto daqui a pouco.

Dentro do Zeppelin



Vamos falar de Led Zeppelin?

Então vamos falar de Olímpio que dizia que era a maior Banda do Planeta e grande parte disso se devia ao Jimmy Page.

Importante ressaltar que eu tinha  comprado o Led Four Symbols e não tinha gostado antes de conhecer as concepções Zeppelianas do Olímpio.

Agora isso aconteceu porque meu ouvido musical só sabia escutar bases harmônicas distorcidas e o Led Zeppelin trabalhava e compunha com acordes e fórmulas musicais que não se resolviam de forma óbvia e previsíveis como as do Heavy Metal do Iron, Judas Priest, Saxon, Def Leppard e outros.Daí o Olímpio era incisivo e todo embuído de proselitismo foi me fazendo a entender o raciocínio musical do Jimmy Page e me esforcei em aprender e em estudar para compreender o Led Zeppelin que também não tocava com a mesma velocidade que o Iron Maiden.

E outro personagem importante que entra em cena foi Chico Moreno que conheci graças a uma namorada minha da época que garantia como outros garantiam que o Chico Moreno tocava melhor que o Olímpio.

Certo dia eu e a Betina fomos ao kitnet do Chico Moreno que fazia de seu apartamento de posto ipiranga onde todo mundo se chapava de tudo o que existia.

Assim que chegamos lá, o Chico Moreno que era apaixonado pela minha namorada tentava disfarçar que estava bem louco e ainda assim pegou um violão corda de aço e tocou várias músicas do Zeppelin assobiando e isso foi demais.Resultado: descobri que o Chico Moreno era o Robert Johnson de São Vicente e não tardou muito comecei a ter aulas de violão com ele.

E com a convivência agora com o Chico entendi que o Heavy Metal do Maiden era genial e mais rápido do que o do Zeppelin, mas o Led era muito mais pesado e tinha uma coisa que eu desconhecia: a Arte de Improvisar e saquei que o Zeppelin nunca executava a mesma música da mesma forma duas vezes e achei isso artisticamente muito honesto.

Aí minha vida mudou radicalnente porque comecei a frequentar os sebos e trocar dois discos de Heavy Metal tradicional por um Led Zepelin e assim logo completei a discografia da Banda. 

Não!

Nessa época ainda não tinha sido apresentado à canabis e só bebia o que como judoca não era
aconselhavel e logo fui conhecendo mais o Rock n Roll setentista praia essa que me apaixonei.

Claro que conhecia o Deep Purple, mas fui muito mais além até alcançar o alto mar e os oceanos profundos e meu repertório de Bandas começou a crescer exponencialmente e comecei a conhecer pessoas que sabiam tudo de Rock Progressivo e vários outros estilos.

Em paralelo a isso tudo, um Mano MPB que tentava tocar Rock mas nunca conseguiu soar Rock e me ensinou muito a ouvir a música Brasileira e Jazz enquanto que com Chico Moreno passei a conhecer e entender o que é ser um verdadeiro Bluesman.

Resumo da Opera:

Comecei a participar e interagir com o universo da música não ficando restrito apenas ao Rock/Hard/Heavy.


As reuniões e encontros que aconteciam com a diretoria do Rock na cada do Alfeu onde ouvíamos e discutíamos cada faixa, cada música de cada disco clássico da história da música e ficou claro que a música é uma ciência artística por isso me tornei um diletante eclético que abarcava quase todos os estilos musicais.





Mais tarde na década de 90 assisti Jimmy Page & Robert Plant em São Paulo e no Rio e esse Show foi equivalente a ter ido no primeiro Rock in Rio ver o Iron Maiden.Entäo fica assim!Olho aberto nas postagens e segura a bronca louco que volto daqui a pouco.

Gerson Carneiro Rockeiro Brasileiro

Chegou a hora de meus milhões de leitores conhecerem meu segundo mentor do Rock.

O nome da tranqueira zica do pântano?Gerson Fajardo.

E o que temos em comum?

O Olímpio como professor. sendo que o Gersinho Carneiro, O Rockeiro Brasileiro que era o aluno mais querido do Olímpio que deixou de dar aulas para ele num determinado momento quando o Olímpio disse que não tinha mais nada a
para ensinar para o Gerson.

Outra coisa que temos em comum, é um amigo: o Alfeu.

A bem da verdade, poderia ficar um bom tempo nesse capítulo, mas tenho que estudar o que contar desse Mano Metal, porque ele tem uma estranha indisposição com algumas passagens de sua jornada na estradeira. O que contar então? 

E o bagulho é tão louco que um personagem que não me lembro quem foi disse com extrema assertividade: o papelão vai de encontro ao Gerson. 

Exemplo: Teve um Show do Kiss da Tour do Psicho Circus que foi super aguardada e eu estava na euforia total.

Quando cheguei na fila pra entrar para ver o Show em Interlagos eu já estava bem mamado, mas não satisfeito comecei a tomar cachaça.Eu estava acompanhado da psicopata da minha primeira esposa e quando chegamos perto da portaria, adivinhem quem vejo? 

O rei da mulagem Gerson!

Daí nos cumprimentamos e marchamos com nossos óculos 3D do doce para ver a presepada do Kiss com a formação original.

Quando começou o Show vimos que a produção de palco era bem diferente e inferior do que o que aparecia nas propagandas na TV e era bem pobre.Para piorar, os óculos 3D não funcionavam e quando travei as quatro rodas, comecei a viajar ironizando que eu estava com visão biônica e perguntei para o Gerson se ele queria mesmo ver o Kiss em 3D e ele disse qie sim.

De repente baixou um Exu beijoqueiro em mim e comecei a agarrar o Gerson e beijá-lo no rosto o tempo todo e dei tantos kisses nele que rolamos no chão e porque tinha chovido e rolava a lama onde eu atirava o Gerson. 

Daí ele ficou puto porque o ídolo dele é o Ace Frehley e ele implorou para eu deixar ele ver a guitarra a voar.

Já o Peter Criss quando foi cantar Beth não cantou porra nenhuma porque rolou o playback animal e na cara dura.Por sua vez, quem estava perto de nós, se cagou de tanto rir com o meu Exu beijoqueiro atacando o Gerson.

Agora falando sério o Gerson é o Rock n Roll encarnado e seu único ponto fraco como sendo um Rocker é que ele não usa drogas.

Ele nunca foi um Slash por exemplo de viver no limite, mas não o Gerson não precisa usar drogas para fazer uma puta sonzeira na guitarra.

Ele tem a loucura toda do Rock n Roll na sua musicalidade e aprendeu a tocar sem métodos, o Olímpio não tinha métodos e a  primeira guitarra do Gerson não segurava a afinação e ele por um bom tempo não sabia direito os nomes dos acordes.

Também nunca aprendeu escalas e hoje toca pra caralho.

Seu ídolo também era o Joe Perry do Aerosmith e sua primeira Banda foi o Renascença que tinha o gura Marcelo Sapo que era Hippie e depois montou uma pousada em São Tomé das Letras.

Tinha o Alê Aleluia que depois foi o nosso vocalista no Holy Rocks e o Rogê no baixo que tem uma produtora de jingles atualmente e toca na noite de Santos e São Vicente. 

Por volta de 1995 o Gerson me convidou para fazer a segunda guitarra pra ele no Holy Rocks e a Banda durou uns dois anos.

Acontecia que a banda que abria a noite era o Delta Blues e nós tocávamos na sequência.Só que enquanto o Delta Blues se apresentava, eu com dinheiro sempre naqueles idos patrocinava bebida para todos os integrantes do Holy Rocks e nos sentíamos assim mais poderosos e loucos que o Motley Crue e quando dava o horário de subir no palco da Casa Chopp Chopp onde tocamos por um ano chegávamos bem loucos mesmo e dávamos todas na trave, mas nossa preocupaação não era tocar certinho e ver todo mundo sentado fazendo cara de cu.

O que pegava é que proporcionávamos Shows de putaria and roll e todo mundo pulava e agitava chacoalhando o esqueleto exorcizando todos os demônios.Holy Rocks acabou e Gerson não desistiu.

Teve grandes bandas de cover, autorais e atualmente é membro do lendário

Vulcano.

Vou deixar aqui um vídeo da Banda cover do The Cult onde Gerson supera Billy Duffy.

Então fica assim!Olho aberto nas postagens e se segurai aí louco que volto daqui a pouco.PS.: Ainda contarei muitos outros casos do Mano Metal Gerson!